sexta-feira, julho 27, 2007

A obra de Vitalino Borges

Não se conhecem muitas obras de Vitalino Borges, mas as que deixou vão perdurar para todo o sempre.
Podemos até falar que Vitalino Borges deixou poucas obras, mas deixou um legado que fica para a eternidade.
Talvez se ponha a hipótese de Vitalino Borges, não ter deixado quase nenhuma obra, mas o que deixou vai subsistir.
Vitalino Borges pode até não ter deixado nenhu...bom, Vitalino Borges não deixou nenhuma obra, aliás, a única coisa que deixou foi uma pequena mancha de sangue no mosaico, quando escorregou das mãos da enfermeira na altura do seu nascimento, que por acaso até estava com um desenho curioso, mas de resto não deixou mais nada. Também aquele minuto de vida, não deixou muito espaço para deixar mais coisas, ele fez o que pode.
O facto de deixar "nada" já é algo que vai perdurar para sempre, o "nada" nunca desaparece, ficará sempre marcado.

Quando perguntarem:

"O que é que Vitalino deixou?"
"Nada."
"Ah, bem, que espectáculo"

Passados 100 anos:

"O que é que Vitalino deixou?"
"Nada."

Aqui estão os factos, para que se entenda que o "nada" perdura, nunca se esquece. É algo valiosíssimo, deixar "nada".

Portanto Vitalino deixou-nos "nada".

Esta foi a obra de Vitalino Borges.

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SAF

Quero baixar a minha renda de casa

Quero baixar a minha a renda de casa; quero melhorar a minha qualidade de vida. Estive em negociações comigo durante horas para chegar a uma estratégia. Houve momentos de tensão, tive que interromper várias vezes a reunião comigo, porque me achava estúpido e isso eu não posso permitir...nunca...nunca mesmo. Chegámos finalmente a uma conclusão, foram duas, mais exactamente.

1º Sou realmente estúpido.
2º Vou amputar um membro, nada de muito espectacular. Vai permitir apenas tornar a minha vida mais fácil. Baixar os juros da minha casa.

Se eu tiver uma boa percentagem de invalidez, poderei ver a minha vida mais fácilitada. Agora só tenho que acertar na percentagem correcta e nos membros correctos.

Começam aqui as minhas dúvidas. Ponderei em amputar o braço esquerdo, eu também não o utilizo muito. Ficava pelo menos com 20% de invalidez, já era bom. Continuava a ter o braço que utilizo mais, especialmente na masturbação...não me lembro de nenhuma acção adicional que possa desempenhar com os braços. Bom...talvez uma pequena contrariedade, dobrar o papel higiénico depois deste deslizar pelo meu ânus, após a expelição dos sólidos retidos dentro de mim, há pelo menos 48 horas...talvez mais...72h...bem, pode chegar a uma semana. Às vezes tem que se usar soda caustica. Chegámos mesmo, uma vez, a chamar uma viatura da Câmara de Palmela para desentu...bom, isso não interessa.

Sem o braço esquerdo teria que pousar o papel...

...desentupir os esgotos. Ficaram lá mais de 2h, ao fim das quais, um repuxo castanho brotou da caixa de esgotos, juntamente com algumas toalhitas, foi um lindo espectáculo de luz e cor. Era a fonte luminosa, apenas com uma cor, é certo. Desculpem, não tenho controlo sobre o que escrevo, mas prometo que não volto a contar aspectos sórdidos da minha vida. Vamos voltar à história.

...na coxa, onde podia ver em primeira mão todo um rasto deixado pelo meu ânus. Depois dobrar, só com a mão direita...não iria ser bom. Poderia, no entanto, tirar o braço esquerdo mas deixar a mão, mas seria estranho ter ali uma mão sem a parte que a segura ao corpo. Também não tenho a certeza se ela me poderia ajudar assim separada da parte onde ela esteve sempre emocionalmente ligada e agarrada. Podia por a mão no bolso, assim andaria sempre com ela, caso fosse necessária, sempre teria uma mãozinha à mão para ajudar qualquer pessoa.

Pensei também em tirar os dois braços, ficava com o dobro da invalidez, 40%, era excelente, mas depois, além dos problemas que advêm do manuseamento do papel higiénico, ficava com outro problema, as portas. O acto de abrir as portas ficaria um pouco mais complicado. O despedir dos colegas também não seria fácil.

“Pessoal até amanhã, fiquem fixes.”, ao mesmo tempo que levantava um dos cotos, que ficaria ao nível das orelhas na sua máxima extensão; e para fazer o sinal de “fixe”, teria que deixar o polegar colado a um dos cotos. Terminaria a despedida enfachando a minha face na porta de saida, por não conseguir abrir a mesma, mas sempre com o polegar colado ao coto. Tinha outro grande problema, a masturbação...bom, a sorte é que tinha guardado a mão esquerda no meu bolso, podia ser que ela me desse uma mãozinha.

A ideia de tirar os dois braços, está colocada de parte, não pode ser, a masturbação é muito importante para mim. Sim, eu sei, ficava com a mão esquerda guardada no bolso, mas mesmo assim não é a mesma coisa.

Vou tirar um braço e uma perna, é uma percentagem maior. Uma perna vale muito, devem ser para aí 20% pelo braço e 30% pela perna, eram 50% de redução no meu crédito. Não poderia era tirar uma perna do mesmo lado que o braço, pois o meu corpo teria a tendência a cair para esse lado. Teria que retirar um braço de um lado e uma perna do outro, assim ficava equilibrado. Aqui está uma situação perfeita. Já poderia ser considerado deficiente motor, pois necessitaria de uma cadeira de rodas para andar, bom, e seria com motor, senão não poderia ser deficiente motor, era só deficiente, até aqui existem categorias. Eu iria logo para uma das categorias mais importantes, deficiente motor, logo atrás das pessoas que têm trissomia 21. Bem, mas pelo menos fiquei à frente das 20 trissomias que estão para trás.

Perfeito, seria só vantagens. Não teria um braço, uma perna, andaria de cadeira de rodas, a motor...e acho que não estou a ver mais nenhuma...ah, sim, 50% de desconto no crédito; ah...e num fogo, por exemplo, os aleijados seriam os primeiros a serem salvos, depois as crianças e as mulheres, os homens ficam sempre para último, além que levariam o meu corpo aos ombros, não teria que fazer esforço.

Tenho que me informar melhor sobre qual a invalidez que dará mais desconto nos meus créditos. Será a perda dos membros, ou doenças. Diabetes era uma boa doença para ter, e até é uma doença que ao fim de algum tempo, além da doença, também posso ver os membros a serem amputados, seria o dois em um. Bem, aí é que teria um desconto...ui, seria o máximo.

20% por cada braço;
30% por cada perna;
obviamente que os pés e as mãos também têm uma percentagem, vamos pôr 10% em cada um;
mais 70% pelos diabetes.

Aqui, além do desconto já teriam que me pagar para estar vivo, pois já ultrapassa os 100%, e quero o que me é devido.

Tenho que analisar o caso, com maior detalhe.

Doença dos pezinhos, também seria bom...bom, mas nesta fase já não poderia ter esta doença pois já não teria os pezinhos. teria que mentir muito bem.

"Então o sr tem a doença dos pezinhos?"
"Sim, Sr Dr."
"E onde é que eles estão?"
"Sr Dr eu não os trouxe, pois é uma doença contagiosa, por isso deixei-os em casa."
"Muito bem. Amanhã, pode mandar alguém trazer os pezinhos? Escusa de vir o Sr."
"Concerteza Sr Dr. Amanhã a minha mulher traz-lhe os pezinhos."

Não ter os pezinhos, poderá ser considerado a "doença dos pezinhos", é a variante mais forte da doença.

Acho que vou conseguir a diminuição do crédito.

Um tiro também era bom...é uma boa doença.

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SAF

terça-feira, julho 24, 2007

A vida do grande Vitalino Borges

Estou a pensar escrever uma Biografia. Escrever um livro sobre alguém. Contar a história de uma vida para esta ficar para a prosperidade. Quero escrever uma história simples, que tenha amor, mas que seja também uma história de vida, algo que tenha uma mensagem de coragem... algo lindo.

Vou começar pelo Prólogo.

Prólogo


Já comecei, e até acho que não comecei nada mal. Estou a enveredar por uma escrita simples, com poucas palavras ou mesmo nenhumas, é mais fácil de entender. Se o livro não tiver palavras, este poderá abranger vários segmentos; tanto pessoas que saibam ler, como as outras...aquelas que eu escuso de dizer o que são, pois elas não vão ler e não.

Vamos iniciar os Capítulos. A história propriamente dita.

Primeiro Capítulo

Vitalino Borges nasceu no dia 11 de Fevereiro de 1972, pelas 11h32. A enfermeira, pelas 11h33, deixou-o cair. Vitalino faleceu às 11h34.
Esta foi a vida de Vitalino Borges.

Segundo Capítulo

Fim

Terceiro Capítulo

Será mesmo o fim para Vitalino Borges? (Suspense...muito suspense. O leitor neste momento deverá ficar com suspense, por favor.)

Quarto Capítulo

O suspense continua. Este capítulo é dedicado ao medo e ao suspense. O medo poderá advir por pensar que o livro irá continuar...sim tenha medo o livro vai continuar. O suspense deverá sentir simplesmente porquê o autor do livro assim o indica.

Tenha medo e suspense...por favor.

Quinto Capítulo

Amor...sim também há amor neste livro, amor... sinta amor.
Não aquele amor em que duas pessoas nuas se beijam loucamente, beijos molhados, em que ambas as línguas se movem dentro das suas bocas, provocando arrepios que percorrem as suas espinhas. Nem aquele amor, onde ele desce um pouco mais, tocando-lhe suavemente nos seios dela com a sua lingua, circulando pelos seus mamilos, ao mesmo tempo os seus corpos tocam-se, o seu pénis toca vezes sem conta na vag... não é este tipo de amor, é o outro...aquele.


Sexto Capítulo

Agora sim, lembrei-me da parte do livro que tinha a parte do amor.

Pelas 11h35 ainda foram tentadas manobras de reanimação.

"Dr. quer que vá buscar o desfi... o desfilibidra... o deslifibr... Dr aquilo do Clear?
"Vá buscar enfermeira Doroteia."
"Sim Dr. irei buscar."
"Dorotea, você está linda, sabia?"
"Obrigado Dr., você também está lindo, sabia?"
"Sabia Dorotea, sabia. Agora vá buscar o desfilib...o Deslifibrad...o... a máquina do Clear."

Quando Dorotea trouxe o Desfilibr...o desbilkifir...quando Dorotea trouxe a máquina do Clear, as manobras de reanimação deram inicio.

"One, One thouseand...Two, One Thousend...Clear..."

Pank...Pank

"One, One thouseand...Two, One Thousend...Clear..."

Pank...Pank

"One, One thouseand...Two, One Thousend...Clear..."

Pank...Pank

"Dorotea você é linda."


Sétimo Capítulo

Piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii


Oitavo Capítulo

"Você também Dr"
"Eu o quê?"
"Você também é linda...lindo, Dr."


Nono Capítulo

Vitalino, viu toda a sua vida a passar-lhe à frente num minuto...penso que ainda sobrou tempo. A única coisa que ele teve na vida foram 9 meses dentro de um saco com um liquido viscoso, e a ser alimentado pelo umbigo, coisa que não é muito limpa, pois é normalmente um sitio que cria muito cotão. De repente é expelido, tem a sua primeira experiência sexual mas ao contrário. É agarrado por uma enfermeira que lhe dá o primeiro "tau...tau", e que logo a seguir permite a sua primeira experiência de Bunjee Jumping, mas sem o Bunjee. E pronto foi a vida de Vitalino.
Ele não resistiu, mas deixou a sua obra. A sua obra perdurou para os cá ficaram.

Fim



Agradecimentos:

Quero agradecer à família Borges, por ter-se encontrado comigo durante aquele longo minuto e trinta e dois segundos para contar esta linda história.
Quero agradecer também à enfermeira que deixou cair Vitalino, que sem ela esta história não era possível.
Quero agradecer ao corpo clínico do Hospital S. Mamede e Infesta, mais propriamente do SAP de S. Mamede e Infesta, o Dr e Endireita Vasco Pontes e da Enfermeira e Taróloga Dorotea Gomes, mais conhecida por Dona Mokambo.


Página 1 - Prólogo
Página 1 - Capítulo 1, 2, 3, 4 e 5. Ah, e também 6, 7, 8 e 9.
Página 1 - Agradecimentos

Este livro tem ainda a capa de cima e a capa de baixo. Na capa de cima está o titúlo...na capa de baixo...está a capa.

A vida de Vitalino Borges

Por Sérgio Fernandes


Acho que vai ser um Best Seller. É uma história simples e é a favor do ambiente, poupa papel.

Já estou a preparar o meu segundo livro, é sobre a obra deixada por Vitalino Borges.

Despeço-me com amizade
SAF

quarta-feira, julho 04, 2007

Nova tentativa de Candidatura a emprego

Voltei a candidatar-me a mais um emprego, estas eram as ofertas disponíveis:


A GFI Portugal tem, neste momento, em aberto algumas oportunidades, das quais destacamos as seguintes:

ADMINISTRADOR DE BASE DE DADOS (SQL SERVER E ORACLE)

 Habilitações literárias mínimas: Licenciatura em ciências informáticas;
 Experiência mínima de 2 anos em Administração de Bases de Dados SQL Server;
 Certificação MCDBA é factor preferencial;
 Bons conhecimentos da língua inglesa;
 Responsabilidade, flexibilidade, empenho pessoal e elevado sentido de espírito de equipa.


SUPORTE À PRODUÇÃO DE BILLING

 Licenciatura em ciências informáticas;
 Experiência profissional mínima de 3 anos, em funções de suporte aplicacional;
 Valorização de experiência prévia em ARBOR;
 Competências sólidas ao nível de PL/SQL, SQL, Oracle, Shell scripting de Unix;
 Conhecimentos preferenciais ao nível de Java, C e C++;
 Conceitos de Billing;
 Capacidade de resolução de problemas em contexto de elevada pressão e responsabilidade;
 Elevado sentido de responsabilidade e disponibilidade, nomeadamente para trabalhar por turnos 24x7.


PROGRAMADOR JAVA

 Licenciatura em ciências informáticas;
 Experiência profissional entre 1 e 4 anos, em funções de programação Java;
 Valorização de experiência prévia em ARBOR;
 Fortes competências em desenvolvimento em Java, J2EE, Oracle e SQL;
 Elevado sentido de responsabilidade;
 Capacidade para estabelecer relações interpessoais/comunicação.


CONSULTOR DE PLATAFORMAS DE INTEGRAÇÃO

 Licenciatura em ciências informáticas;
 Experiência profissional mínima de 3 anos em:
o Definição de arquitecturas de Telecomunicações (OSS/BSS, CRM, Billing, Mediation, Elementos de Rede);
o Plataformas de integração (ex: webMethods, TIBCO);
o Java, JMS, SOAP, XSLT, SQL e PL/SQL;
 Conhecimento de conceitos de integração (SOA, ESB, Order Management);
 Capacidade de análise e modelação de processos de negócio (BPMN, UML);
 Elevado sentido de responsabilidade;
 Capacidade para estabelecer relações interpessoais/comunicação.


Ao verificar que a empresa GFI abriu estas lindas oportunidades de emprego. Que para mim são claramente aliciantes. Constato, com algum regozijo, que esta empresa tem o cuidado de pedir que as pessoas que se candidatem tenham, e passo a citar – “Capacidade de resolução de problemas em contexto de elevada pressão e responsabilidade” e também – “Elevado sentido de responsabilidade e disponibilidade, nomeadamente para trabalhar por turnos 24x7”. Não quero, obviamente, deixar de indicar que, infelizmente, são estes os pontos que impedem a minha candidatura.

...bom...a admnistração em bases dados SQL Server, também me impede...
...e a Certificação em MCDBA, também não é famosa...
...devo também alertar que a licenciatura em Ciências da Natureza em conjunto com a Licenciatura em Informática também me está a prejudicar...
...a parte do ARBOR, tenho que ser sincero, sinto também algumas dificuldades...
...as competências solidas, também é algo, que sinto falta...principalmente de competências...e ainda por cima de PL/SQL, Oracle, Shell sripting de Unix...
...ah...e há a parte do Java e do C++, que também são um pequeno obstáculo...
...bem...a parte das plataformas e arquitecturas, também me causam algum estorvo, pois nunca frequentei um curso de engenharia...

No entanto, e excluindo estes pequenos senãos, acho que poderei dar o meu contributo, claro está, se não fosse a ““Capacidade de resolução de problemas em contexto de elevada pressão e responsabilidade” e o “Elevado sentido de responsabilidade e disponibilidade...”, poque de resto até era a minha cara, para qualquer uma das funções.

Para mim, a capacidade de resolução de problemas, é algo que me é difícil de efectuar. Eu estou mais direccionado para os criar, e ainda por cima com elevada pressão. Eu, sem pressão, consigo facilmente criar problemas, mas com pressão, eu não cedo, ninguém me consegue quebrar, mesmo com pressão eu consigo criar mais problemas. Sou craque, diz-se mesmo aqui no meu trabalho que consigo criar problemas com grande mestria, colocando a fasquia tão alta, que ninguém me consegue superar.

Consigo destruir qualquer projecto que esteja a correr bem, e isso é claramente um ponto a meu favor. O outro ponto é a – responsabilidade – esse sim, é algo que poderá ser um obstáculo. Apesar de sempre ter sido uma pessoa responsável, e posso dar vários exemplos:

- Cumpro sempre com os meus horários, é pena é não coincidirem com os definidos pela empresa, mas isso é algo que as empresas têm que melhorar
- Se tenho que faltar, falto sempre à 2ª feira ou à 6ª feira, nunca quero estragar uma semana de trabalho a meio, e também tenho a responsabilidade de entregar uma justificação que um amigo meu, dentista, me passa.
- Qualquer projecto que me é delegado com prazos definidos, consigo sempre organizar o meu trabalho de forma a que as datas sejam adiadas, contribuindo sempre para o cancelamento do projecto, provando desta forma que os projectos não são projectos de futuro.

...entre outros pontos.

Mas, mesmo com estes pontos a meu favor, acho que ainda posso melhorar um pouco.

Bom, como sempre, acho que poderei dar um grande contributo a qualquer uma destas funções.

Despeço-me com amizade
SAF

Recordações dos nossos amores (parte 1)


Recordo-me como se fosse hoje, ou seria ontem, e com grande detalhe, aquela tarde de 1988, ou seria em 87...talvez em 89...bom...não me lembro, sei que foi na década de 80 que tive o primeiro contacto com ela.
Na altura, eu estava no auge da minha vida amorosa, já tinha beijado loucamente dezenas de raparigas...

...não foram menos de cinco, que eu seja ceguinho e comece a escrever palavras que não façam sentido, se é mentira....

Oepofwiejfl ksndlfknslkefi nflnldn sidhaoisd....

I can see.........obrigado Jesus.

Está certo, até poderei não ter beijado, mas estive quase. Houve uma rapariga que até lhe toquei na mão e sentia que estava próximo de um contacto mais profundo. Claro que seria mais fácil se a visse mais vezes, mas o facto de ela sofrer de Síndrome de Down restringia um pouco a sua liberdade para sair.

Às vezes quando o autocarro da Cercisa passava perto da minha casa ainda nos acenávamos. Ela sorria sempre para mim, e tinha aquele lindo sorriso metálico, notava-se o brilho do seu aparelho que permitia endireitar os seus lindos 3 dentes...e únicos.

Ao longe, notava-se o seu ombrinho molhado, da sua boca escorria sempre um lindo fiozinho de saliva (baba). Às vezes, quando virava a sua face com rapidez, o seu fiozinho de saliva soltava-se do seu lábio esquerdo e voava pelo autocarro, embatendo na nuca do Sr Condutor. Presenciar esta linda cena, fazia o meu corpo estremecer de prazer.
Podia contemplar aquela imagem bonita e sensual do meu amor platónico.
Era carinhoso olhar para ela da rua, sempre naquele lugar de autocarro.
Muitas vezes admirava os seus gestos delicados, especialmente a sua cabecinha, tombando para trás e para a frente, permitindo que os seus cabelos lisos se soltassem. Normalmente isto acontecia sempre que o motorista travava o autocarro , fazendo com que a sua linda testa (era uma testa alta e esguia, com 20 cm de espaço entre as sobrancelhas e os primeiros 3 fios de cabelo, e únicos, da cabeça) batesse violentamente no cinzeiro preso nas costas do banco da frente, projectando imediatamente, a sua cabecinha para trás, embatendo no encosto do seu banco.
Ela ficava completamente atordoada. Era lindo vê-la tontinha, era tão doce. O movimento era claramente bastante sensual. A sua cabecinha descrevia sempre aquela metade perfeita de circulo...lindo. Ela ostentava sempre, com grande orgulho, aquela marca de cinzeiro na sua linda e grande testa.
Poderíamos ter tido uma linda história de amor, o destino assim não o quis. Os pais enviaram-na para uma escola especial, onde todos eram semelhantes.
Ainda cheguei a vê-la passar por mim, no novo autocarro. Estavam todos sincronizados quando o motorista travava, todas a cabecinhas deslocavam-se para a frente, embatendo no cinzeiro, e depois para trás. Notei que havia ali muito trabalho e treino da parte dos professores, para que todos estivessem sincronizados. Fiquei impressionado.
Nunca mais a vi, fiquei destroçado, mas contente por saber que estava bem e feliz.

Eu já vinha de uma longa experiência de insucessos amorosos, podemos até dizer que vinha de uma seríe de maus resultados, uma completa falta de eficácia, fracassos totais, este foi apenas mais um.

Até que... encontrei-a. Tal como tinha dito, acho que no inicio do texto, foi na década de 80.

Um pouco antes de a encontrar, o meu corpo já era um depósito enorme de - fluido segregado pelos órgãos reprodutores dos animais do sexo masculino, constituído por espermatozóides, produzidos nos testículos, em suspensão numa secreção produzida pelas vesículas seminais e pela próstata - ... facto este, devido a ter anos e anos de acumulação deste fluído dentro do meu organismo. Isto fazia com que o meu corpo fosse uma bomba relógio, pronta a explodir a qualquer momento.
Tinha-me passado pela cabeça emigrar para o Cazaquistão e tornar-me um eremita religioso num mosteiro, no entanto apareceu esta luz no meu caminho...podia ser uma lambreta Famel, mas não, era algo angélico...podia também ser um dos membros dos D’Zrt, o Angélico, montado numa Famel, mas não, era mesmo um anjo.
Era ela...
Esta luz, despertou o meu ser para uma vida de lúxuria e deboche, uma completa libertinagem.
Vi-a pela primeira vez num quiosque. Olhei para ela, e notei que foi recíproco, pelo menos, depois de me ter deslocado várias vezes, em várias direcções, para encontrar o seu olhar.
Rondei durante alguns minutos o local, qual uma ave de rapina preparando o seu ataque feroz, no sentido de conquistar a presa.
Enchi-me de coragem e pedi-a, com alguma vergonha. Ela caiu-me logo nos meus braços, não estava à espera de conseguir tão facilmente. Conversa puxa conversa, e quando dei por mim estávamos na minha casa. Os meus pais não estavam. Fomos para a sala. Subitamente estava a fazer amor, o prazer era tanto que o meu prepúcio quase que se desprendia, podendo fazer com que a pele escorregasse para trás, qual um estore. Mas não!!! Ela lá se aguentou, por um fiozinho, mas aguentou-se.
Ela era fantástica. Eu como tinha retido uma grande quantidade de - fluido segregado pelos órgãos reprodutores dos animais do sexo masculino, constituído por espermatozóides, produzidos nos testículos, em suspensão numa secreção produzida pelas vesículas seminais e pela próstata - ... durante anos, demorei cerca de 1h30 minutos a completar o meu orgasmo...senti-me uma vaca. Enchi vários baldes, ao fim de 15 desisti de contar, e continuei...
Pensei que finalmente tinha encontrado alguém para desfrutar de um futuro em conjunto.

Ao completar o meu orgasmo, puxei as calças para cima, lavei as mãos, ou pelo menos tinha a intenção disso, e fechei-a. Guardei-a com todo o cuidado na minha estante, ela era minha...o seu nome era Teenage Sex nº 4...


Para todo o sempre ela me acompanhou...é a melhor companheira. Fazemos sexo quando quero. Posso ver a SPORT TV quando quero...ela fala é pouco, mas também é positivo.

Caros amigos isto foi a minha juventude....e o meu presente também

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SAF



Existem revistas que nos trazem recordações magníficas

terça-feira, julho 03, 2007

Como violar um animal sem dor

Esta foi uma notícia que saiu num jornal brasileiro sobre um inexperiente violador de animais:

Notícia de violação de um Animal

O brasileiro Cícero Balbino da Nóbrega, de 20 anos, também conhecido por «Deca Batalhão», morreu na manhã da última segunda-feira ao receber o coice de uma jumenta com a qual tentava fazer sexo, relata o jornal Paulinia News.
O coice do animal atingiu Cícero nos testículos e provocou morte quase que imediata. Segundo a polícia local, a situação aconteceu nas traseiras da Igreja Santo Expedito, no bairro Dona Melindra, na localidade de Patos, no Estado da Paraíba.
O corpo foi encontrado por populares. Estava sem camisa e com as calças ao nível do joelho, enquanto a jumenta estava amarrada ao seu lado. A polícia ouviu algumas testemunhas, que disseram que Cícero costumava fazer sexo com o animal, cujo nome é «mimosa».
A polícia acredita que o animal foi amarrado durante a madrugada, mas no momento do sexo desferiu o coice fatal.



Que dizer sobre isto?

É claramente alguém amador. O nosso amigo Cícero ainda é um menino na arte de violar um animal, bom...neste caso era um menino, já não o é.

Pratico essa arte há alguns anos, sempre com grande destreza e mestria. É apenas necessário cumprir alguns requisitos para não sofrer quaisquer tipos de ferimentos.

Seguem alguns pontos a ter em conta quando se viola um animal. Este exemplo poderá ser utilizado tanto na violação de cavalos como de leões.

Requisitos:

1. Entrar no estábulo de um cavalo ou na jaula de um leão de uma forma calma, pacata, ordeira, escondendo a nossa verdadeira intenção de violar o animal, dizendo: "AH!AH!AH! MEU FILHO DA PUT...VOU TE VIOLAR COM A MINHA PILINHA, PENETRANDO-TE ATÉ AOS PULMÕES QUE ATÉ VAIS ZURRAR....YYYYÁÁÁÁ!!!!!!!!!"

2. Passar suavemente a nossa mão pela sua crina mantendo o animal calmo, caso não queiramos utilizar a nossa mão, podemos também dar-lhe com o cabo de um ancinho na cabeça até que ele desmaie. Aconselho vivamente a 2ª opção.

3. Distrair o animal com a seguinte frase: " Olha ali?"

4. Caso o animal olhe, é sinal que não está desmaiado.

4 1/2. Mais umas pequenas pancadinhas com o cabo do ancinho até o "pequeno" animal desmaiar. Queremos que seja uma surpresa para ele.

5. Com o animal desmaiado, devemos seduzi-lo contando-lhe uma história pessoal:

"Sabes, a minha mulher costuma-me atar muitas vezes. Depois com o cabo de uma vassoura enfia-me pelo anús acima, causando-me uma grande sensação de prazer.....uuuiiiiiiii.....nem consigo descrever. Até estou arrepiado, olha para o meu braço, com os pelos todos em pé. É tão bom."

6. Perguntar de seguida: " O que achas, queres exprimentar?"

7. Caso não exista qualquer resposta, é sinal que pretende.

8. Para ter a certeza que o animal quer mesmo experimentar, devemos sempre dar-lhe mais algumas vezes com uma pá no centro da cabeça, aconselho efectuar este movimento umas 15 vezes. Não ligar à possível perda de sangue que o animal possa derramar....é normal.

9. Para terminar com o assédio podemos pontapear várias vezes a parte frontal da sua boca de forma a confirmar que o animal está mesmo preparado para experimentar esta nova experiência.

10. De seguida baixar as nossas calças e tirar a nossa camisa.

11. Violar o animal, tendo sempre a preocupação de não magoar o animal, não queremos fazê-lo sofrer, nem fazer-lhe mal.

12. No fim limpar o animal com uma pequena toalhita, não queremos badalhoquices.

13. Vestir as nossas calças e sair airosamente do estábulo ou da selva. Como sair da selva, seguir a indicação EXIT, ou pela porta de incêndio, caso esta esteja aberta.

E aqui está uma forma dócil e carinhosa de violar o animal sem ninguém se magoar. O animal poderá prosseguir a sua vida e nós a nossa.

Poderemos tentar a violação não só em animais de grande porte, mas também em animais de pequeno porte, como galinhas e galos e outros ainda mais pequenos...formigas.

...libelinhas.

...borboletas...e...

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SAF