A 1ª vez
Decidi fazer, sozinho, uma pequena análise ao meu desempenho pessoal no que diz respeito ao inicio da minha actividade sexual. Quero realizar uma análise profunda e sem tabus, mostrando, a mim mesmo, todos os detalhes positivos e a melhorar...todos os aspectos a melhorar.
Coloca-se uma questão primária - existe actividade que mereça ser analisada? ou pelo menos existe actividade?
Hummmmm!!!!!!!
Uma outra questão que me surpreende, é o facto de me lembrar da 1ª vez em que mantive relações sexuais com uma pessoa do sexo feminino , viva, e não me lembrar da última vez em que o fiz. Coloca-se então a questão - Será que foi na mesma altura?
Quis, também, sublinhar as palavras - sexo feminino - pois, já antes de ter relações sexuais com pessoas dessa origem sexual, já as tinha com animais de porte doméstico, nomeadamente porquinhos da india. O modus operandi era sempre igual. Dominava o animal, utilizando para o efeito 3 Valium 1000. Vestia-lhe uma pequena combinação transparente, de forma a notar-se os seus 8 seios. Pintava-lhes os pequenos lábios com um baton ardente, normalmente utilizava um vermelho paixão. Colocava um CD de Demis Roussos, o - Best Of - surtia sempre um efeito acalmante e arrebatador, principalmente a música - Goodbye my Love - Ai o que aqueles porquinhos adoravam aquela música. Depois do ambiente criado, colocava o porquinho da india de barriga para cima, atando-lhe as suas pequenas patinhas, tanto as dianteiras como as traseiras, às extremidades da cama com suaves lenços de seda. Por fim, faziamos o chamado - "amor". Eram momentos de puro êxtase. Para culminar, eu fumava um cigarro e o porquinho da india andava cerca de 30 minutos na sua rodinha, até cair esgotado.
Tive, no entanto, que terminar a relação que mantinha, por já não sentir qualquer desejo pelos porquinhos da india. Não deixou de ser uma separação difícil. Lembro-me ainda da tarde em que lhes disse que nada mais sentia por eles. Ficaram devastados. Houve mesmo um que pegou fogo à sua rodinha, e ali ficou, parado, com os seus olhinhos fitando o vazio, escutando, vezes sem conta, as músicas de Demis Roussos, especialmente a nossa - Goodbye my Love. Morreu no mesmo dia, não o Demis Roussos mas o porquinho da india. O fogo além de consumir a sua rodinha, também consumiu a sua gaiola, de onde não conseguiu sair, por ser uma gaiola, e a mesma ter a porta fechada. Ainda o vi a soltar algumas lufadas de ar da sua boquinha tentando apagar o fogo, mas em vão.
- Fffuuuuuu. Ffuuuuuu. - Foram os seus últimos actos, e letras também. Fiquei ainda com a impressão que ainda ouvi mais um:
- Ff......... - mas o fogo consumiu-o antes de acabar o sopro e completá-lo com os "uuuu" que faltavam.
Tentei passar para uma fase seguinte, subir um degrau, os animais de grande porte. Tive, no entanto, receio de passar de elemento activo para elemento passivo, e, na altura, não estava preparado para assumir tão notável responsabilidade. Apesar de ainda ter sido seduzido, de uma forma bastante libidinosa, por um urso no Zoo, mas as nossas famílias não se encaixavam. A minha casa, na altura, também era muito pequena e não caberíamos todos. Penso até, que a própria sociedade não estaria preparada para contemplar uma relação entre um humano e um urso. Na altura, a vida era mais fácil para os porquinhos da india. A relação entre um humano e um porquinho da india era encarada já com maior naturalidade do que com um urso. Ainda mantive uma curta relação com um touro, mas durou pouco, chegámos aos 3 minutos na nossa relação. O facto do touro me ter feito viajar por entre tábuas, 2 paredes paralelas, tijolos e 2 vitrinas - influenciou, de alguma forma, a que eu pusesse um fim à nossa relação. Fiquei 3 meses a recuperar do desgosto, coincidiu também com a altura em que recuperei a fala, depois da retirada dos parafusos do maxilar; recuperei também o andar, após a retirada do gesso dos membros inferiores.
Tentei ainda cadáveres, normalmente pessoas já com uma certa idade. Mas o sexo era pouco dinâmico. Cheguei ainda a descarnar uns fios eléctricos, aplicando os mesmos durante o acto sexual. Apimentou um pouco a relação entre nós, havia mais dinamismo, alguns pulos, um espernear de pernas. Sentia claramente que os nossos corpos estremeciam quando estavam ao pé um do outro. Está certo que a corrente eléctrica também ajudava nesses tremores. Tive, por fim, que terminar essas relações, sentia que andava muito hiperactivo. Parecia que tinha bebido uma dúzia de cafés, cheguei mesmo a desconfiar se seria dos choques eléctricos que aplicava na minha relação. Acabei por não descobrir o que era. Acabei por me sentir melhor quando terminei as relações com os cadáveres, deixei de ter os tremores.
Por fim, achei que deveria tentar ter uma relação com uma pessoa do sexo feminino, viva. Acabei por encontrar uma rapariga, ainda usava os pulmões, andava apenas sobre 2 pernas e não tinha pêlo. A nossa 1ª relação sexual foi...interrompida.
Bom...contaremos a história num próximo texto.
Despeço-me com amizade
SAF

8 Comments:
Eu tinha a impressão que os teus textos tinham vida própria... que não eras tu quem os escrevia. Eles iam-se escrevendo a eles próprios através das tuas mãos... tamanha a falta de direcção e sobreposição de histórias.
Com os teus últimos posts a impressão deixou de o ser... passou a ser uma certeza!!!
Quando controlares os teus textos... ah cum catano!
Ora aí está um bom post... sobre o blogger que não conseguia controlar os textos, à medida em que eles, sem nexo, descontroladamente se iam postando sem rei nem roque (Não.. não és tu Roque).
Bjs Amigo! Continua que estás no bom caminho!!! Sim... porque o abismo também é um caminho à sua maneira! ;-)
-Bruno
Peço desculpa mas não tive paciência para ler até ao fim.
A imagem do coitado do porquinho da India não me sai da cabeça.
Se a Sociedade Protectora dos Animais lê este post estás metido num grande sarilho.
castro
Rapadinhos... Porquinhos da Índia rapadinhos...
Eu não tenho controlo...ao inicio a história que ia escrever era completamente diferente...acabou por ser uma - não - história..eh!eh!eh!
Tenho que praticar muito mais..bjs amigos
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